Invasão Sueca
Depois que o Kings of Convenience veio pro Brasil no fim do ano passado e eu só descobri a banda tarde demais, decidi que ficaria mais atenta às notícias da Invasão Sueca (festival que trouxe a banda). Aí que um tempo atrás li numa comunidade que iriam vir pra Curitiba as bandas Hello Saferide, Love is All e Suburban Kids With Biblical Names.
A única que eu conhecia era a SKWBN (e mesmo assim, só de nome, porque eles participaram de um clipe da Britta Persson – uma das minhas esperanças pra uma edição futura da Invasão), e fui atrás das bandas. Já de primeira a Hello Saferide me conquistou: pop delicado, letras super fofas, a voz linda da Annika Norlin, tudo lindo. O Suburban Kids demorou um pouco a me ganhar, mas acabei gostando, e Love Is All eu achei só três músicas pra baixar, e não gostei muito nas primeiras vezes que ouvi.
Eis que ontem finalmente chega o grande dia: o show do Hello Saferide (Annika com Maia Hirasawa, as duas muito fofas) começa com ‘My Best Friend’, linda. Aí Annika expõe uma teoria sua: “As pessoas são como músicas. Pensem sobre qual música vocês são. E se algum dia encontrarem alguém que seja ‘God Only Knows’, do Beach Boys, fique com essa pessoa”. Aí começa a tocar ‘People Are Like Songs’, música nova, maravilhosa. Tocaram ‘I Thought You Said Summer Is Going To Take The Pain Away’, de arrepiar, ‘Highschool Stalker’, ‘Get Sick Soon’, ‘The Quiz’, tudo tãão legal. Depois do show, momento bichinha: comentei com a Flá que quase chorei durante ‘Long Lost Penpal’. Ela vira pra mim e fala “ué, Julia, eu chorei, você só não viu porque eu tava atrás de você”.
Eu não tinha tanta expectativa pro show do Suburban Kids, e, francamente, depois do show do Hello Saferide, eu tava tão feliz que qualquer coisa me deixaria alegre. Mas o show foi simplesmente inacreditável: duas guitarras, um baixo e um iPod com as bases sintéticas foram responsáveis por um dos shows mais legais que eu já vi. Tinha uma meia dúzia de pessoas lá na frente que sabiam cantar todas as músicas, e pulavam, dançavam, gritavam em todas as músicas. E o mais legal é que o SKWBN é tão pop que quase todas as músicas têm ao menos uma parte que dê pra cantar, nem que você nunca tenha escutado a banda antes (tipo ‘Rent a Wreck’, música mais grudenta dos últimos tempos). ‘Loop Duplicate My Heart’ e ‘Seems To Be On My Mind” foram demais, com todo mundo cantando e os caras super animados. Foda.
Quando o Love Is All ia entrar no palco, eu já não esperava mais nada daquela noite, mas, por sorte, me enganei com a banda. O Love Is All é provavelmente uma das bandas mais histéricas (e eu digo isso no melhor sentido possível) e energéticas que eu já vi no palco. Dava pra ver que os caras tavam felizes por estar ali, e fizeram um show simplesmente perfeito. A voz da Josephine me lembrou um pouco (ok, bastante) a da Karen O, do Yeah Yeah Yeahs, mas até eu, que sonhei durante anos pra assistir um show deles, achei o show do Love Is All melhor que o do TIM do YYY’s, ano passado. Prontofalei.
Pra alegria da criançada, links pros álbuns do Hello Saferide, Suburban Kids e Love Is All, e os clipes, pra vocês se animarem (ou não) a baixar.
Hello Saferide - Introducing... Hello Saferide
Suburban Kids With Biblical Names - #3
Love Is All - Nine Times That Same Song
Tuesday, September 18, 2007
Monday, January 01, 2007
Sunday, October 01, 2006
SANGUE!!! parte II
"As equipes da Força Aérea já percorreram toda a área do acidente sem encontrar nenhum vestígio, nenhum indício de sobrevivência possível. Apenas corpos e pedaços de corpos e mais pedaços de corpos, nada além disso", afirmou ontem o presidente da Infraero à Folha Online.
Agora me digam, amiguinhos, precisa dar tanto enfoque aos pedaços de corpos e nada além disso?
"As equipes da Força Aérea já percorreram toda a área do acidente sem encontrar nenhum vestígio, nenhum indício de sobrevivência possível. Apenas corpos e pedaços de corpos e mais pedaços de corpos, nada além disso", afirmou ontem o presidente da Infraero à Folha Online.
Agora me digam, amiguinhos, precisa dar tanto enfoque aos pedaços de corpos e nada além disso?
Saturday, September 30, 2006
SANGUE!!!
Eu não esperava lá nada muito surpreendente no ótimo (cof cof) jornalismo da rede Globo de televisão, mas tanta falta de tato e humanidade foi demais até pra Tribuna, vai:
Começa o bloco de notícias à tarde, e falam, claro da queda do avião da Gol. Fátima Bernardes anuncia que não se espera encontrar sobreviventes e que foram achados inúmeros corpos mutilados. Obrigada, boa noite.
Eu não esperava lá nada muito surpreendente no ótimo (cof cof) jornalismo da rede Globo de televisão, mas tanta falta de tato e humanidade foi demais até pra Tribuna, vai:
Começa o bloco de notícias à tarde, e falam, claro da queda do avião da Gol. Fátima Bernardes anuncia que não se espera encontrar sobreviventes e que foram achados inúmeros corpos mutilados. Obrigada, boa noite.
Wednesday, June 21, 2006
Tuesday, June 13, 2006
Olha só o torcedor togolês emocionado...
Chorando pela participação do país em sua primeira copa!!
*aparece o tal torcedor, de óculos escuros, com uma gota de suor escorrendo pelo canto do rosto.*
Juro, a cobertura da copa pela globo é a coisa mais "assuntos aleatórios" que eu já vi. Inclusive, vou postar aqui os absurdos que vamos estar ouvindo nessa copa, pra alegria geral da galerinha.
Chorando pela participação do país em sua primeira copa!!
*aparece o tal torcedor, de óculos escuros, com uma gota de suor escorrendo pelo canto do rosto.*
Juro, a cobertura da copa pela globo é a coisa mais "assuntos aleatórios" que eu já vi. Inclusive, vou postar aqui os absurdos que vamos estar ouvindo nessa copa, pra alegria geral da galerinha.
Tuesday, May 02, 2006
O rei do Brasil.
Pois então que você chega na primeira semana de faculdade, calouro perdido e tal e a querida professora Rosa pede aos alunos que leiam o livro "Chatô - o rei do Brasil", de meras 795 páginas, para que seja feito um trabalhinho pro começo de maio. Todo mundo só percebeu (ou deu bola pro fato) que o trabalho é pra semana que vem há uns dias, e todo mundo ficou bricando de passar o feriado e os dias e noites lendo o livro. Chega a hora de fazer o trabalho e coleguinha
seu vem com o seguinte perfil humano do nosso amado jornalista:
"Assis Chateaubriand foi um grande filho da puta que se achava o tesudinho porque era dono de mais de cem jornais. Era um grande dum babaca, marido filho da puta e pai pior ainda. Comia várias menininhas que só estavam interessadas em aparecer nos seus jornais. Apesar de totalmente direitista, achava que era revolucionário. Só contribuiu pra falta de ética no jornalismo."
Pena que não vai dar pra colocar isso no trabalho. Pra ganhar nota, teremos que mentir. Pelo menos usar alguns eufemismos, vai.
Pois então que você chega na primeira semana de faculdade, calouro perdido e tal e a querida professora Rosa pede aos alunos que leiam o livro "Chatô - o rei do Brasil", de meras 795 páginas, para que seja feito um trabalhinho pro começo de maio. Todo mundo só percebeu (ou deu bola pro fato) que o trabalho é pra semana que vem há uns dias, e todo mundo ficou bricando de passar o feriado e os dias e noites lendo o livro. Chega a hora de fazer o trabalho e coleguinha
seu vem com o seguinte perfil humano do nosso amado jornalista:
"Assis Chateaubriand foi um grande filho da puta que se achava o tesudinho porque era dono de mais de cem jornais. Era um grande dum babaca, marido filho da puta e pai pior ainda. Comia várias menininhas que só estavam interessadas em aparecer nos seus jornais. Apesar de totalmente direitista, achava que era revolucionário. Só contribuiu pra falta de ética no jornalismo."
Pena que não vai dar pra colocar isso no trabalho. Pra ganhar nota, teremos que mentir. Pelo menos usar alguns eufemismos, vai.
Tuesday, March 28, 2006
E eu só queria entrar em casa.
Cheguei ontem em Curitiba às seis da manhã, um frio como há muito tempo eu não via e cheia de planos de chegar em casa, tomar um banho bem quente, tomar café da manhã e ir pra aula sete e meia. Chego no apartamento com as minhas malas, tiro a chave do bolso, abro a tranca de cima (que é daquelas que tem a chave bizarra de quatro pontas*), que sempre foi a que eu e a minha irmã usamos. Tento abrir a porta. Nada. Verifico se desfiz as duas voltas. Sim. A porta continua trancada. Aí eu lembro que existe a trança normal também, porém eu nunca tinha usado, por falta de necessidade, mas minha irmã, precavida do jeito que é, deve ter trancado aquela também. Legal, pelo minha chave não-bizarra e ela só entra até a metade. "Como assim" eu penso, enquanto tento tirar a chave da tranca (o que também levou um bom tempo). respiro fundo e tento não ter um piti. Tento todas as chaves que eu tenho em mãos (menos a bizarra). Só aquela roxa, que era das outras meninas que moravam aqui, entra. Até a metade, claro.
Sento no chão e começo a confabular o que vou fazer, afinal, aulaseteemeianãopossofaltar. Desço e pergunto pra porteira se por acaso ela tem as chaves dos apartamentos. São seis blocos de sete andares cada, quatro apartamentos por andar. Faça as contas. Bobóviamente ela não tinha. É seis e meia da manhã, nenhum chaveiro está com as portas abertas essa hora e eu continuo tendo aula sete e meia. Saio do prédio e ligo pra minha irmã, que tava em cascavel, pra ver se ela daria uma luz que salvaria o dia. Não.
Resultado: me troquei no banheiro da porteira (detalhe que com as roupas que tavam na mala, em sua maioria usadas), escovei o dente sem pasta, lavei o rosto, respirei fundo e saí pro mundo, toda xexelenta. Esperei dar sete horas pra que eu pudesse pelo menos tomar café na padaria da frente de casa, comi e fui pra aula. Entreguei o maldito texto que era todo o motivo de necessidade de ir pra aula, voltei pra casa e chamei o chaveiro que fica na mesma quadra de casa. O cara andou unas quinze metros até aqui em casa, lixou a chave por meio segundo, ela entrou e ele me cobrou vinte reaL.
Conclusão: quando você receber um molho de chaves de uma pessoa que morou com sua irmã por seis meses, não presuma que ela usou todas as chaves e que elas funcionam. Testar chaves é o novo hype.
*chave tetra é o nome do bicho, fui avisada.
Cheguei ontem em Curitiba às seis da manhã, um frio como há muito tempo eu não via e cheia de planos de chegar em casa, tomar um banho bem quente, tomar café da manhã e ir pra aula sete e meia. Chego no apartamento com as minhas malas, tiro a chave do bolso, abro a tranca de cima (que é daquelas que tem a chave bizarra de quatro pontas*), que sempre foi a que eu e a minha irmã usamos. Tento abrir a porta. Nada. Verifico se desfiz as duas voltas. Sim. A porta continua trancada. Aí eu lembro que existe a trança normal também, porém eu nunca tinha usado, por falta de necessidade, mas minha irmã, precavida do jeito que é, deve ter trancado aquela também. Legal, pelo minha chave não-bizarra e ela só entra até a metade. "Como assim" eu penso, enquanto tento tirar a chave da tranca (o que também levou um bom tempo). respiro fundo e tento não ter um piti. Tento todas as chaves que eu tenho em mãos (menos a bizarra). Só aquela roxa, que era das outras meninas que moravam aqui, entra. Até a metade, claro.
Sento no chão e começo a confabular o que vou fazer, afinal, aulaseteemeianãopossofaltar. Desço e pergunto pra porteira se por acaso ela tem as chaves dos apartamentos. São seis blocos de sete andares cada, quatro apartamentos por andar. Faça as contas. Bobóviamente ela não tinha. É seis e meia da manhã, nenhum chaveiro está com as portas abertas essa hora e eu continuo tendo aula sete e meia. Saio do prédio e ligo pra minha irmã, que tava em cascavel, pra ver se ela daria uma luz que salvaria o dia. Não.
Resultado: me troquei no banheiro da porteira (detalhe que com as roupas que tavam na mala, em sua maioria usadas), escovei o dente sem pasta, lavei o rosto, respirei fundo e saí pro mundo, toda xexelenta. Esperei dar sete horas pra que eu pudesse pelo menos tomar café na padaria da frente de casa, comi e fui pra aula. Entreguei o maldito texto que era todo o motivo de necessidade de ir pra aula, voltei pra casa e chamei o chaveiro que fica na mesma quadra de casa. O cara andou unas quinze metros até aqui em casa, lixou a chave por meio segundo, ela entrou e ele me cobrou vinte reaL.
Conclusão: quando você receber um molho de chaves de uma pessoa que morou com sua irmã por seis meses, não presuma que ela usou todas as chaves e que elas funcionam. Testar chaves é o novo hype.
*chave tetra é o nome do bicho, fui avisada.
Monday, February 20, 2006
Wednesday, January 11, 2006
Ah, se sesse...
Eu odeio quando as pessoas soltam frases do tipo: "ah, se não tivesse corrupção, o Brasil ia pra frente", "se eu tivesse dinheiro, poderia fazer tal coisa". Eu detesto "se". O "se" não serve pra nada, a coisa é assim, e o "se" não ajuda em nada.
Mas hoje eu tive que fazer minha frase com "se" que vai ser meu mantra até sair a primeira leva de matrícula da UFPR:
"Se não fossem as malditas cotas, eu teria entrado em vigésimo lugar."
E aqui estou eu, com o c* na mão, em segundo lugar na lista de chamada complementar. Jóia.
Eu odeio quando as pessoas soltam frases do tipo: "ah, se não tivesse corrupção, o Brasil ia pra frente", "se eu tivesse dinheiro, poderia fazer tal coisa". Eu detesto "se". O "se" não serve pra nada, a coisa é assim, e o "se" não ajuda em nada.
Mas hoje eu tive que fazer minha frase com "se" que vai ser meu mantra até sair a primeira leva de matrícula da UFPR:
"Se não fossem as malditas cotas, eu teria entrado em vigésimo lugar."
E aqui estou eu, com o c* na mão, em segundo lugar na lista de chamada complementar. Jóia.
Monday, October 17, 2005
Saturday, October 15, 2005
A lógica de papai Beto:
Eis que esses dias saí pra jantar com meu pai, mas antes disso a gente passou numa casa que tem aqui perto, onde dá pra pegar água, porque os caras têm lençol freático embaixo da casa e o caralho a quatro. Daí como eu estranhei o fato do meu pai fazer isso no mínimo duas vezes por semana, ficar feito um trouxa pegando umas vinte garrafas de água e enchendo-as, perguntei:
Eu – Pai, mas por que você pega água aqui? Não dá pra comprar as garrafas “prontas”?
Pai – Ju, olha só, aqui eu pego água de graça, então com a grana que a gente economiza eu compro cerveja.
Eu - ...
Pai – Se tivesse uma fonte com cerveja, eu compraria água.
Eu - ...
Sério, meu pai é meu herói.
Eis que esses dias saí pra jantar com meu pai, mas antes disso a gente passou numa casa que tem aqui perto, onde dá pra pegar água, porque os caras têm lençol freático embaixo da casa e o caralho a quatro. Daí como eu estranhei o fato do meu pai fazer isso no mínimo duas vezes por semana, ficar feito um trouxa pegando umas vinte garrafas de água e enchendo-as, perguntei:
Eu – Pai, mas por que você pega água aqui? Não dá pra comprar as garrafas “prontas”?
Pai – Ju, olha só, aqui eu pego água de graça, então com a grana que a gente economiza eu compro cerveja.
Eu - ...
Pai – Se tivesse uma fonte com cerveja, eu compraria água.
Eu - ...
Sério, meu pai é meu herói.
Thursday, October 13, 2005
Sunday, August 07, 2005
Saturday, July 16, 2005
Post de abril do ano passado:
" \o\ heeeeeey judeeee..../o/
Por que é que TODO show-homenagem aos “grandes artistas” britânicos, show tributo aos beatles ou qualquer coisa do gênero acaba com todo mundo (todo mundo mesmo, até o assessor de imprensa do cachorro do Paul Mc Cartney, se duvidar, cantando “emocionado” em cima do palco “heeeeeeeey judeeeeeeeeee”? Sem esquecer as mãozinhas pra cima...
\o\ heeey judeeeeeee.... /o/ don’t make it baaaaaaad \o\ take a sad soooooooong.../o/
Deplorável."
Agora me digam, como que acabou o Live 8?
" \o\ heeeeeey judeeee..../o/
Por que é que TODO show-homenagem aos “grandes artistas” britânicos, show tributo aos beatles ou qualquer coisa do gênero acaba com todo mundo (todo mundo mesmo, até o assessor de imprensa do cachorro do Paul Mc Cartney, se duvidar, cantando “emocionado” em cima do palco “heeeeeeeey judeeeeeeeeee”? Sem esquecer as mãozinhas pra cima...
\o\ heeey judeeeeeee.... /o/ don’t make it baaaaaaad \o\ take a sad soooooooong.../o/
Deplorável."
Agora me digam, como que acabou o Live 8?
Coisas que ninguém, em sã consciência, faz às quatro da madrugada, mas eu faço:
Não havia mais uma única alma no messenger, e o orkut já tinha sido fuçado milhões de vezes. Tédio.
E aí, o que eu faço? Simples: entro no Google, e procuro por sites em francês sobre o Haiti. Por quê, você pergunta; porque eu gosto do Haiti. "Mas Julia, sua mula, você não sabe falar francês". Pois é. Isso eu já não sei explicar por que eu fiz (quer dizer, eu fiz porque eu quero feito louca aprender a falar francês, mas ainda não seu quase nada). Mas to tentando ler os sites, juro.
Ouvindo: Arcade Fire - Haiti (letra a seguir com super tradução trílingue simultânea feita pelo Kofi)
Haiti, mon pays, (Haiti meu país)
wounded mother I'll never see
Ma famille set me free.(minha familia, set me free)
Throw my ashes into the sea.
Mes cousins jamais nes hantent les nuits de Duvalier. (my cousins never haunt the nights of Duvalier)
Rien n'arrete nos espirits. (nothing can stop our spirits)
Guns can't kill what soldiers can't see.
In the forest we are hiding,
unmarked graves where flowers grow.
Hear the soldiers angry yelling,
in the river we will go.
Tous les morts-nes forment une armee, (all the dead form an army)
soon we will reclaim the earth.
All the tears and all the bodies
bring about our second birth.
Haiti, never free,
n'aie pas peur de sonner l'alarme. (do not fear to sound the alarm)
Tes enfants sont partis, (your children left)
in those days their blood was still warm
Não havia mais uma única alma no messenger, e o orkut já tinha sido fuçado milhões de vezes. Tédio.
E aí, o que eu faço? Simples: entro no Google, e procuro por sites em francês sobre o Haiti. Por quê, você pergunta; porque eu gosto do Haiti. "Mas Julia, sua mula, você não sabe falar francês". Pois é. Isso eu já não sei explicar por que eu fiz (quer dizer, eu fiz porque eu quero feito louca aprender a falar francês, mas ainda não seu quase nada). Mas to tentando ler os sites, juro.
Ouvindo: Arcade Fire - Haiti (letra a seguir com super tradução trílingue simultânea feita pelo Kofi)
Haiti, mon pays, (Haiti meu país)
wounded mother I'll never see
Ma famille set me free.(minha familia, set me free)
Throw my ashes into the sea.
Mes cousins jamais nes hantent les nuits de Duvalier. (my cousins never haunt the nights of Duvalier)
Rien n'arrete nos espirits. (nothing can stop our spirits)
Guns can't kill what soldiers can't see.
In the forest we are hiding,
unmarked graves where flowers grow.
Hear the soldiers angry yelling,
in the river we will go.
Tous les morts-nes forment une armee, (all the dead form an army)
soon we will reclaim the earth.
All the tears and all the bodies
bring about our second birth.
Haiti, never free,
n'aie pas peur de sonner l'alarme. (do not fear to sound the alarm)
Tes enfants sont partis, (your children left)
in those days their blood was still warm
Friday, July 15, 2005
Friday, June 17, 2005
Saturday, June 04, 2005
Sexo animal
Para aqueles que não sabem, deixo claro que minha gata é bizarra: ela não mia (ela inclusive ficou presa dentro do sofá DUAS vezes - eu relatei uma dessas vezes aqui faz muito tempo - por um tempão, e ninguém a achou, porque ela não miava), ela não fica no colo, ela não faz porra nenhuma, basicamente.
Eis que há alguns dias, ela começou a ter um comportamento suspeito: ficava no colo, gostava de receber carinho, soltava alguns sons que poderiam talvez meio que assim parecer um miado bem baixinho. Normalmente, quando a gente chamava ela, ela simplesmente dava uma olhada e voltava a dormir. Mas agora ela deita no chão e começa a rolar feito modelos do "Wild On" na areia. Tudo culpa dos hormônios: a gata tá no cio. Agora ela fica se esfregando em tudo quanto é coisa com cara de tarada. Não sei mais o que fazer.
PS: quando a gata da minha tia (que é normal, até mia) entrou no cio e tava irritando todo mundo, titia soltou a brilhante pérola: "coitadinha da gata, gente, dá logo uma caneta pra ela se divertir que ela cala a boca...".
Para aqueles que não sabem, deixo claro que minha gata é bizarra: ela não mia (ela inclusive ficou presa dentro do sofá DUAS vezes - eu relatei uma dessas vezes aqui faz muito tempo - por um tempão, e ninguém a achou, porque ela não miava), ela não fica no colo, ela não faz porra nenhuma, basicamente.
Eis que há alguns dias, ela começou a ter um comportamento suspeito: ficava no colo, gostava de receber carinho, soltava alguns sons que poderiam talvez meio que assim parecer um miado bem baixinho. Normalmente, quando a gente chamava ela, ela simplesmente dava uma olhada e voltava a dormir. Mas agora ela deita no chão e começa a rolar feito modelos do "Wild On" na areia. Tudo culpa dos hormônios: a gata tá no cio. Agora ela fica se esfregando em tudo quanto é coisa com cara de tarada. Não sei mais o que fazer.
PS: quando a gata da minha tia (que é normal, até mia) entrou no cio e tava irritando todo mundo, titia soltou a brilhante pérola: "coitadinha da gata, gente, dá logo uma caneta pra ela se divertir que ela cala a boca...".
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